Na sessão ordinária de terça-feira (25), os vereadores de Várzea Grande votaram contra um requerimento que solicitava detalhes sobre a arrecadação de multas dos radares eletrônicos na cidade. O requerimento, de autoria do vereador Bruno Rios (PL), foi reprovado pela maioria dos vereadores, gerando críticas sobre a falta de transparência na gestão municipal.
Rios revelou que tentou obter essas informações diretamente com os secretários de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Breno Gomes, e de Governo, Ismael Alves, mas não teve sucesso. Durante a votação, o líder do prefeito Kalil, o vereador Cleiton N. Guerra (Sardinha), demonstrou grande preocupação com o requerimento e mobilizou esforços para sua reprovação.
Os vereadores que votaram contra o requerimento foram:
- Sargento Galibert
- Enf. Emerson Magalhães
- Carlinhos Figueiredo
- Hílton Gusmão
- Ícaro Reveles
- Ivan dos Santos
- Jânio Calisto
- Joaquim Antunes
- Paulo Silva
- Pablo Pereira
- Mauro da Saúde
- Cleiton N. Guerra (Sardinha)
A favor do requerimento, votou:
- Bruno Rios
Cinco vereadores se abstiveram da votação:
- Rogerinho Dakar
- Gisa Barros
- Braz Jaciro
- Prof. Eucaris
- Rose Prado
Com 13 votos contrários, 1 favorável e 5 abstenções, o requerimento foi reprovado. O presidente da Câmara, Pedro Paulo Tolares - Pedrinho (UB), anunciou o placar no painel. Pedrinho destacando que o voto do presidente não é obrigatório, sendo utilizado apenas em caso de empate, como voto de minerva.
O vereador Bruno Rios questionou a necessidade dos radares eletrônicos, sugerindo que alternativas como quebra-molas ou faixas elevadas poderiam ser igualmente eficazes na redução de acidentes. Ele também destacou a importância da transparência na utilização dos recursos provenientes das multas, levantando dúvidas sobre a eficácia e pertinência dos radares.
Apesar dos esforços de Rios para obter essas informações e promover a transparência, a maioria dos vereadores votou contra o requerimento, mantendo a gestão das multas sob sigilo.
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