O presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), utilizou o regimento interno da Casa de Leis para impedir a votação de projetos na próxima terça-feira, 25. A manobra política tem gerado críticas e revolta, especialmente por deixar paralisadas pautas relevantes para o município.
Entre os projetos engavetados, está a proposta que autoriza o pagamento de insalubridade aos guardas municipais, uma medida aguardada pela categoria e considerada essencial para a valorização dos servidores. A atitude de Cerqueira, vista como uma estratégia de poder, tem colocado o Executivo Municipal em uma situação de fragilidade, deixando a gestão totalmente submetida ao comando do Legislativo.
É importante ressaltar que o presidente da Câmara chegou ao posto com o apoio do atual vice-prefeito, Tião da Zaeli, que o alçou à posição de "poderoso chefão" do Legislativo várzeagrandense.
A movimentação política expõe um desgaste evidente na relação entre os poderes e gera insegurança entre os servidores públicos que aguardam pela aprovação de pautas fundamentais. Moradores e lideranças também expressam preocupação com o impacto das decisões que permanecem paradas na Câmara, enquanto a gestão municipal segue refém de articulações políticas.
A cidade de Várzea Grande parece estar em um momento delicado, em que disputas políticas comprometem o andamento de projetos cruciais para a população.
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